36 projetos apoiados pelo Concurso de Apoio a Espetáculos de Teatro e Dança 2021 da Fundação GDA

A Fundação GDA apoia, este ano, 36 projetos, envolvendo um total de 133 artistas, com 250 mil euros no âmbito do seu Concurso de Apoio a Espetáculos de Teatro e Dança.

Entre as 227 candidaturas submetidas à edição deste ano do Concurso de Apoio a Espetáculos de Teatro e Dança, o júri independente selecionou 36 projetos que, no seu conjunto, receberão apoios num total de 250 000 €.

Este ano o júri, convidado pela Fundação GDA para proceder à avaliação e seleção dos projetos, foi constituído por Cláudia Galhós, Inês Nadais e Vera Borges.

Nesse processo, o júri tomou em consideração todos os critérios constantes do Regulamento do Programa de Apoio a Espetáculos de Teatro e Dança, valorizando projetos emergentes e vozes singulares bem como o impacto deste apoio na viabilização financeira dos projetos.

Tendo em conta o espírito deste Programa, tal como consta no regulamento específico, e tendo sido constatada a alta qualidade e relevância artística da maioria dos projetos apresentados, o júri congratula aqueles mais viabilizados financeira e/ou institucionalmente, considerando-os menos prioritários pelo facto de o apoio da Fundação GDA não ser imprescindível para a sua concretização. Para além dos critérios já expostos, o júri procurou o equilíbrio possível entre temáticas, áreas artísticas, diversidade das abordagens e universos artísticos.

Uma análise dos números por área artística permite constatar que 15 apoios se destinaram a projetos de teatro, seis a projetos de dança e 16 a cruzamentos disciplinares.

Quanto à distribuição territorial, 23 dos projetos apoiados são originários da região de Lisboa e Vale do Tejo, nove da região Norte, três do Centro e um do Alentejo.

Este programa da Fundação GDA, ao qual podem candidatar-se tanto estruturas de produção artística como artistas intérpretes a título individual, visa apoiar a produção e apresentação pública de projetos de teatro, dança e cruzamentos disciplinares, tendo em vista promover oportunidades de trabalho para atores e bailarinos, bem como dinamizar a oferta e a diversidade criativa nestas áreas.

O valor máximo de cada apoio atribuído na edição de 2021, ascende a 7.500 € por projeto, devendo essa verba ser obrigatoriamente destinada a despesas diretamente relacionadas com prestação do trabalho dos artistas intérpretes tal como cachets, deslocações, seguros, estadias e alimentação, entre outras.

Entre os projetos artísticos que não acederam aos apoios (191 candidaturas) uma parte muito significativa possui méritos e qualidades evidentes que os habilitariam para tal, caso os meios à disposição fossem superiores aqueles que efetivamente estão ao alcance da Fundação GDA.


Projetos apoiados

Candidatura n.º 5269 – Cruzamentos Disciplinares – Marta Garcia Cerqueira

Candidatura n.º 5337 – Cruzamentos Disciplinares ­– Sofia De Melo Gago Resende da Vitória

Candidatura n.º 5365 – Cruzamentos Disciplinares – Marina Rei

Candidatura n.º 5377 – Cruzamentos Disciplinares – Joana Maria Carneiro Gama

Candidatura n.º 5392 – Cruzamentos Disciplinares ­– Isabel Rodrigues Costa

Candidatura n.º 5428 – Cruzamentos Disciplinares – Andresa Sofia Pestana Soares

Candidatura n.º 5438 – Cruzamentos Disciplinares – Carlota Lagido

Candidatura n.º 5460 – Cruzamentos Disciplinares – Ana Luisa Gouveia Caldeira

Candidatura n.º 5515 – Cruzamentos Disciplinares – Mariana de Sousa Magalhães

Candidatura n.º 5517 – Cruzamentos Disciplinares – Rita Silva Couto

Candidatura n.º 5558 – Cruzamentos Disciplinares – Ermo do Caos; Núcleo Artístico Independente

Candidatura n.º 5639 – Cruzamentos Disciplinares – João Pedro Lourenço dos Reis Moreira

Candidatura n.º 5701 – Cruzamentos Disciplinares – Grupo de Teatro Murmuriu

Candidatura n.º 5719 – Cruzamentos Disciplinares – Elizabete Francisca Gonçalves Santos

Candidatura n.º 5775 – Cruzamentos Disciplinares – Telma João da Fonseca Santos

Candidatura n.º 5802 – Cruzamentos Disciplinares – Romain Beltrão Teule

Candidatura n.º 5335 – Dança – Bruno Vittorio Brandolino Ferreira Ramos

Candidatura n.º 5405 – Dança – Beatriz de Oliveira Sequeira Cantinho

Candidatura n.º 5499 – Dança – Associação Cultural INTRUSO

Candidatura n.º 5519 – Dança – Maria Teresa Fabião da Silva Pinto

Candidatura n.º 5724 – Dança – António Fernando da Costa Torres

Candidatura n.º 5266 – Teatro – Além Mundus – Associação Cultural

Candidatura n.º 5293 – Teatro – Grua Crua Associação Cultural

Candidatura n.º 5296 – Teatro – Sofia Cristina Cabrita de Oliveira

Candidatura n.º 5343 – Teatro – Associação Esquema Irreal

Candidatura n.º 5344 – Teatro – Mochos No Telhado, Associação Cultural

Candidatura n.º 5336 – Teatro – Heitor Miguel Gomes Lourenço

Candidatura n.º 5399 – Teatro – Roxana Mihaela Lugojan

Candidatura n.º 5400 – Teatro – Associação Cultural Zona Não Vigiada

Candidatura n.º 5432 – Teatro – Hugo Tourita

Candidatura n.º 5454 – Teatro – Lígia Maria Soares

Candidatura n.º 5459 – Teatro – Daniel César Ribeiro Gonçalves

Candidatura n.º 5588 – Teatro – Diego Braga Portugal

Candidatura n.º 5684 – Teatro – Admirável Reino – Associação

Candidatura n.º 5710 – Teatro – Rui Armando Catalão Jorge

Candidatura n.º 5732 – Teatro – Plataforma UMA, CRL


Suplentes

Candidatura n.º 5345 – Teatro ­– Inês Luísa Abrunhosa Leite Baptista Arinto

Candidatura n.º 5723 – Teatro – Gustavo Tunes de Carvalho Salvador Rebelo

Candidatura n.º 5376 – Dança – Associação Cultural Carta Branca

Candidatura n.º 5358 – Teatro – Rui Miguel Rodrigues Silva

Candidatura n.º 5285 – Teatro –  Eduardo Lopes Dias


 

GDA e Fundação lançam livro sobre o papel do artista e a Cultura no mercado digital

Os 25 anos da GDA e os 10 anos da sua Fundação são celebrados com a publicação do livro Colher para Semear, que mais do que traçar o percurso das duas entidades no tecido cultural português, exige respeito pelo trabalho dos artistas, documentando que esse trabalho gera riqueza, uma parte da qual é reinvestida na própria Cultura. “Hoje a grande batalha é salvaguardar os direitos dos artistas no mercado digital: o modelo de negócio atual é insustentável, tem de incluir um pagamento justo aos artistas”, afirma Pedro Wallenstein, presidente da GDA.

Colher para Semear – 25 anos de GDA  –  10 anos de Fundação GDA, o mais recente livro da jornalista, escritora e ensaísta Claudia Galhós, vai muito além de uma análise de percurso, de um olhar sobre o património (intelectual, económico, social e simbólico) ou da aferição do impacto da ação das duas organizações no tecido criativo nacional.

Ao colocar o eixo central da narrativa no papel dos artistas intérpretes e executantes, a obra publicada pela Fundação GDA, presta-lhes uma homenagem, reivindicando respeito pelo seu trabalho e pela sua identidade enquanto pessoas humanas.

O livro traz uma reflexão premente acerca do papel do artista na sociedade, numa altura em que a experiência pandémica, que se arrasta há mais de um ano, obrigou a confinamentos. Confinada em casa, uma grande parte da população encontrou no trabalho desenvolvido por artistas um escape usufruindo, através da transmissão online ou das plataformas digitais, de música, teatro, dança e filmes.

Ao enquadrar o contexto deste novo paradigma do acesso aos bens culturais imateriais, que se desenvolve desde o final do século passado e explodiu com a crise pandémica, Colher para Semear apela à ação.

Debate em torno do digital passa pela GDA e a sua Fundação

“É urgente olhar para essa realidade, que faz também parte da agenda política europeia com o investimento na transição digital e salvaguardar o valor simbólico e remuneratório dos artistas, intérpretes e executantes, cujo trabalho é indispensável para usufruirmos de obras culturais”, comenta a autora.

Esse debate passa, de forma determinante, pela atuação da GDA e da sua Fundação, enquanto organismos empenhados na defesa dos direitos conexos dos artistas e na melhoria das suas condições de vida e trabalho.

“É preciso acabar com a situação atual”, afirma Pedro Wallenstein, presidente da GDA. “As grandes plataformas digitais e as grandes produtoras e editoras pactuaram um modelo de negócio em que ganham milhões de euros e deixam de lado a esmagadora maioria dos artistas intérpretes e executantes que participam nas obras disponibilizadas”, salienta.

Nova batalha: salvaguardar direitos dos artistas no streaming

“A nossa principal exigência é que a transposição para a legislação nacional da Diretiva sobre o mercado único digital seja fiel ao espírito dos eurodeputados e da Comissão Europeia, garantido aos artistas o pagamento pela utilização das suas obras nas grandes plataformas como o Youtube, o Facebook, a Spotify, a Google ou a iTunes”, conclui.

A salvaguarda dos direitos dos artistas intérpretes e executantes no mercado digital é mais uma batalha para levar a cabo pela GDA, que em 25 anos de existência e uma prática de cobrança e distribuição dos direitos de propriedade intelectual, conta na sua história com uma série de lutas em prol do respeito pelo trabalho desses profissionais: uma remuneração justa pela reprodução pública de obras protegidas em que esses artistas participaram. O meio digital não é diferente.

Vocacionada para a cobrança, gestão e distribuição de direitos de propriedade intelectual pelos respetivos titulares, a GDA conta, há uma década, com a Fundação GDA que a assiste nas suas obrigações legais (e morais) de apoio social e cultural.

“Ao longo destes 10 anos a Fundação GDA, afirmou-se de forma muito clara como um parceiro dos artistas, revelando-se uma entidade indispensável para a viabilização de projetos nas áreas da dança, música, teatro e cinema, prestando, ao mesmo tempo, apoio social aos artistas cooperadores da GDA e contribuindo para a sua formação”, destaca Claudia Galhós.

Cultura subsídio-dependente é um mito

Por seu turno, Pedro Wallenstein diz que “a ação conjunta da GDA e da Fundação GDA deita por terra o mito da cultura subsídio-dependente. Essa ação prova que a Cultura pode gerar riqueza e que essa riqueza pode ser reinvestida no tecido criativo”.

“A GDA cobra direitos que resultam do trabalho dos artistas, uma parte desse dinheiro é, depois, reinvestida no setor cultural através da Fundação”, explica.

A legislação em vigor obriga as sociedades de gestão coletiva de direitos a canalizarem pelo menos 5% das suas cobranças para um fundo social e cultural. No caso da GDA, os artistas cooperadores decidiram, numa assembleia-geral realizada em 2012, canalizar 15% das cobranças de direitos para esse fundo, que é gerido pela Fundação GDA.

“Um gesto generoso de quem entende que não basta fazer os mínimos para que o investimento nos artistas seja significativo e não apenas simbólico”, conclui Claudia Galhós.

Colher para Semear será apresentado no dia 24 de maio, segunda-feira, no Teatro Nacional D. Maria II às 18h30. A sessão contará com a participação de Pedro Wallenstein (presidente da GDA e músico), Tiago Rodrigues (diretor do Teatro Nacional D. Maria II, encenador e ator), Álvaro Laborinho Lúcio (juiz Conselheiro e escritor), Diana Niepce (criadora, bailarina e escritora), João Cachola (ator, escritor e criador) e Claudia Galhós (autora do livro).

Concurso de Apoio a Curtas-Metragens já abriu

As candidaturas ao concurso de Apoio aos Artistas Intérpretes em Curtas-metragens abriram, esta segunda-feira, 26 de abril, e podem ser submetidas aé ao dia 21 de maio. O montante total de apoios a distribuir este ano é de €150.000, sendo o valor máximo a atribuir a cada candidatura vencedora de €7.500.

A Fundação GDA apoia, através deste concurso, a produção de curtas-metragens portuguesas, devendo o apoio atribuído no âmbito deste programa, destinar-se exclusivamente à contratação dos artistas interpretes profissionais, tendo em vista promover e profissionalizar o trabalho realizado pelos mesmos nestas obras, favorecendo a divulgação e desenvolvimento da sua carreira profissional e artística.

O apoio financeiro é atribuído a título de comparticipação nas despesas ou encargos diretamente relacionados com os artistas intérpretes (atores, bailarinos e músicos) que participam no filme, nomeadamente cachets, deslocações, estadias e alimentação.

As candidaturas a este concurso são feitas exclusivamente online, através do preenchimento e submissão do formulário próprio disponibilizado no Portal do Artista, plataforma onde cada candidato deverá ter o seu registo feito.

Para mais informações, consulte o Aviso de Abertura deste concurso, o Regulamento Geral dos apoios da Fundação GDA 2021 e o Regulamento Específico deste concurso.

Patologias da voz agravadas pela pandemia

No Dia Mundial da Voz 2021, a Fundação GDA colabora com o Hospital Egas Moniz no lançamento de um inquérito epidemiológico sobre a extensão dos danos na voz de cantores e atores, devido ao uso de máscaras, à postura em frente ao computador e ao stress causado pelo confinamento. Nos dias 14 e 15 de abril haverá um rastreio da voz para artistas.

Segundo a otorrinolaringologista Clara Capucho, consultora da Fundação GDA para a área da saúde vocal, “o número de pacientes com disfonia por tensão muscular está a aumentar desde março de 2020”.

O uso de máscaras imposto pela pandemia da Covid-19 aumentou o número de patologias da voz, sobretudo nos aparelhos vocais dos artistas. Este é o diagnóstico da especialista em voz artística, que nos últimos meses tem atendido cada vez mais cantores e atores com problemas de disfonia – dificuldade para emitir a voz, rouquidão, falta de volume e projeção, etc. A ansiedade provocada pelo confinamento e a postura corporal em frente ao computador são outros dos fatores que contribuíram para o agravamento da saúde vocal.

Dado que a voz é o principal instrumento de trabalho dos artistas, a Unidade de Voz do Centro Hospitalar Lisboa Ocidental (CHLO), que esta médica coordena, e a Fundação GDA lançam um inquérito para avaliar o impacto da Covid-19 no desempenho da voz de atores e cantores.

A iniciativa visa assinalar o Dia Mundial da Voz 2021, 16 de abril, que este ano decorre sob o lema “Um mundo, muitas vozes”. A informação recolhida pelo inquérito será utilizada num estudo científico sobre o impacto da Covid-19 nos desempenhos vocais dos artistas.

“O número de pacientes diagnosticados com disfonia por tensão muscular tem aumentado desde março de 2020, quando as autoridades de saúde recomendaram o uso de máscaras como medida essencial para reduzir os riscos de contágio por Covid-19. Ainda que importantes para travar a propagação do vírus, a utilização de máscaras tem agravado as patologias associadas à voz”, afirma Clara Capucho, conhecida na comunidade artística como “Dra. Voz”.

O aumento do esforço para a emissão vocal, provocado pelas máscaras, a ansiedade e a má postura em frente ao computador, conduzem a uma tensão muscular na zona cervical, dos ombros e do próprio aparelho vocal, resultando muitas vezes numa disfonia por tensão muscular. “Essa tensão é tão intensa que, em certos casos, acarreta graves prejuízos vocais”, afirma.

Participe no inquérito ao desconforto vocal

Segundo Luís Sampaio, vice-presidente da GDA, “os artistas são severamente fustigados com os efeitos da pandemia da Covid-19, como a limitação das atividades culturais e o cancelamento de espetáculos. Apesar desta paragem, não podem descurar aquele que para muitos é o principal instrumento de trabalho: a voz!”, afirma. Para Luís Sampaio, é fundamental que os artistas tenham cuidados preventivos, identifiquem e tratem patologias do aparelho vocal, mantendo-o apto para as exigências que o regresso do seu uso profissional no pós-pandemia irá colocar”.

O questionário online para avaliar os níveis do desconforto vocal dos cantores e autores está a ser enviado aos cooperadores da GDA e pode der acedido através desta hiperligação.

Após recolhidos, os dados serão remetidos à Unidade de Voz do CHLO, que avaliará os sintomas e, posteriormente, reencaminhará os casos graves para consultas ou rastreios. A equipa de Clara Capucho utilizará os resultados do questionário na elaboração de um estudo científico sobre os efeitos das máscaras anti-Covid-19 na voz dos artistas em Portugal.

Rastreio da voz no Hospital Egas Moniz

Paralelamente, a Fundação GDA e o CHLO promovem, nos dias 14 e 15 de abril, os rastreios da voz dirigidos à comunidade artística, mas também abertos a toda a população de forma gratuita. A iniciativa decorrerá na Unidade de Voz do Hospital Egas Moniz entre as 9:00 e as 16:00.

Os artistas que queiram inscrever-se para o rastreio poderão fazê-lo, através deste formulário. A restante população deverá contactar a Unidade da Voz do CHLO. Todos os participantes no rastreio serão previamente convocados pelo Hospital Egas Moniz para realizarem o teste à Covid-19.

“Os rastreios servem precisamente para perceber se existe algum desconforto vocal e ajudar preservar a voz”, afirma Clara Capucho. “Estes atendimentos serão também ocasião para dar conselhos sobre os cuidados que os artistas deverão manter para preservarem uma boa saúde vocal, principalmente enquanto durar a obrigatoriedade de uso de máscara e houver confinamentos”.

Abriu o Concurso de Apoio à Edição Fonográfica de Intérprete

As candidaturas ao Concurso de Apoio à Edição Fonográfica da Fundação GDA abriram esta segunda-feira, 5 de abril, e decorrem até 30 de abril

A Fundação GDA pretende, através deste concurso, que este ano se realiza numa única fase, dinamizar o mercado editorial da música portuguesa, a diversidade das expressões musicais e o acesso e usufruto dos cidadãos à criatividade musical.

Este ano, a Fundação GDA disponibiliza para este concurso um montante global de €250.000, existindo dois patamares financeiros máximos de apoio para as candidaturas selecionadas: € 3.500 para projetos que envolvam até três músicos; e € 5.500 para projetos que envolvam mais de três músicos.

Os apoios são destinados a suportar os custos relacionados com a gravação e produção de novas obras fonográficas.

As candidaturas fazem-se exclusivamente online, através de um formulário próprio que ficará disponível no Portal do Artista até 30 de abril.

Para mais informações recomenda-se a consulta do Regulamento Geral 2021 de candidatura aos apoios da Fundação GDA, do Regulamento Específico deste programa, bem como do respetivo Aviso de abertura.

Dia Mundial do Teatro celebrado online

O Instituto Internacional do Teatro celebra, este sábado, 27 de março, o Dia Mundial com várias iniciativas online.

Condicionado pela crise pandémica, Instituto Internacional do Teatro, celebra este sábado, 27 de março, o Dia Mundial do Teatro através de vários eventos online que decorrerão a partir das 11 horas de Lisboa

A mensagem habitual, que este ano está a cargo da atriz britânica Helen Mirren, refere que “este tem sido um momento muito difícil para o espetáculo ao vivo e muitos artistas, técnicos e artesãos e artesãs têm lutado, numa profissão já de si plena de insegurança”.

Mirren deixa também um sinal de esperança: “O impulso criativo de escritores, desenhadores, bailarinos, cantores, atores, músicos, encenadores, nunca será sufocado e no futuro muito próximo ele florescerá com uma nova energia e um novo entendimento sobre o mundo que todos partilhamos”.

A mensagem pode ser lida na íntegra aqui. E o programa das comemorações está disponível aqui.

Apadrinhado pela UNESCO, o Instituto Internacional do Teatro celebra esta data desde 1962. Por um lado trata-se de agradecer a quem reconhece o valor e a importância desta forma de arte; por outro, serve de chamada de atenção aos governos, políticos e instituições que ainda não reconhecem o valor do teatro para a sociedade e ainda não têm a noção do seu potencial para o crescimento económico.

Concurso de Apoio a Curtas-Metragens da Fundação GDA abre a 26 de abril

As candidaturas ao concurso de Apoio aos Artistas Intérpretes em Curtas-metragens abrem a 26 de abril e decorrem até 21 de maio. O montante total de apoios a distribuir em 2021 é de €150.000 (cento e cinquenta mil euros), sendo o valor máximo a atribuir a cada candidatura vencedora de €7.500 (sete mil e quinhentos euros).

Através deste concurso, a Fundação GDA apoia a produção de curtas-metragens portuguesas, devendo o apoio atribuído no âmbito deste programa, destinar-se exclusivamente à contratação dos artistas interpretes profissionais, tendo em vista promover e profissionalizar o trabalho realizado pelos mesmos nestas obras, favorecendo a divulgação e desenvolvimento da sua carreira profissional e artística.

O apoio financeiro é atribuído a título de comparticipação nas despesas ou encargos diretamente relacionados com os artistas intérpretes (atores, bailarinos e músicos) que participam no filme, nomeadamente cachets, deslocações, estadias e alimentação.

As candidaturas apoiadas no âmbito deste concurso terão, obrigatoriamente, que finalizar a curta-metragem no prazo máximo de 18 meses a contar da data de assinatura do contrato.

As candidaturas a este concurso são feitas exclusivamente online, através do preenchimento e submissão do formulário próprio disponibilizado no Portal do Artista, plataforma onde cada candidato deverá ter o seu registo feito.

Para mais informações, consulte o Aviso de Abertura deste concurso, o Regulamento Geral dos apoios da Fundação GDA 2021 e o Regulamento Específico deste concurso.

Abriu o Concurso de Apoio a Espetáculos de Teatro e Dança

O concurso de Apoio a Espetáculos de Teatro e Dança abriu esta segunda-feira, 15 de março.

O Programa de Apoio aos Artistas Intérpretes em Espetáculos de Teatro e Dança visa apoiar a produção e apresentação pública de projetos nos domínios do teatro, da dança e dos cruzamentos disciplinares, tendo em vista promover oportunidades para o desenvolvimento da atividade profissional dos atores e dos bailarinos, e dinamizar a oferta e a diversidade criativa nestas áreas aos públicos nacionais, prestigiando a carreira profissional dos artistas.

Este ano, o concurso envolve uma verba total a distribuir de 250.000,00 €, sendo o montante máximo de apoio a atribuir por candidatura de 7.500,00 € para um mínimo de 33 apoios.

Os apoios concedidos no âmbito deste programa são atribuídos a título de comparticipação nas despesas ou encargos dos projetos, relacionados com a prestação do trabalho dos artistas intérpretes, nomeadamente cachets, deslocações, estadias, alimentação e transporte.

Recomenda-se a leitura do Regulamento Geral de Apoios para 2021, do Regulamento Específico, bem como do Aviso de Abertura deste concurso. O respetivo formulário de candidatura já está disponível para preenchimento no Portal do Artista.

Concurso de Apoio à Edição Fonográfica de Intérprete abre a 5 de abril

As candidaturas ao Concurso de Apoio à Edição Fonográfica de Intérprete 2021 decorrem entre 5 e 30 de abril.

A Fundação GDA pretende, através deste concurso, que este ano se realiza numa única fase, dinamizar o mercado editorial da música portuguesa, a diversidade das expressões musicais e o acesso e usufruto dos cidadãos à criatividade musical.

Este ano, a Fundação GDA disponibiliza para este concurso um montante global de €250.000, existindo dois patamares financeiros máximos de apoio para as candidaturas selecionadas: € 3.500 para projetos que envolvam até três músicos; e € 5.500 para projetos que envolvam mais de três músicos.

Os apoios são destinados a suportar os custos relacionados com a gravação e produção de novas obras fonográficas.

As candidaturas fazem-se exclusivamente online, através de um formulário próprio que ficará disponível no Portal do Artista, na data de abertura do concurso (5 de abril).

Para mais informações recomenda-se a consulta do Regulamento Geral 2021 de candidatura aos apoios da Fundação GDA, do Regulamento Específico deste programa, bem como do respetivo Aviso de Abertura.